Análise do DNA pode ajudar na alimentação

“O que faz bem para o(a) seu amigo(a), pode fazer mal para você”. Quantas vezes já escutamos essa frase em relação a medicamentos, fitoterápicos e até mesmo terapias alternativas? Pois bem: essa regra também é válida para alimentação e dietas da moda. Saiba como a análise genética pode ajudar a escolher o melhor cardápio (e exercícios) de acordo com seus objetivos e bem estar. 

A medicina individualizada, adequada ao perfil genético de cada paciente, é uma das tendências em alta na área de wellness. Exige-se cada vez mais que a prática clínica acompanhe o desenvolvimento científico.

Uma novidade importante é a utilização de mapeamentos genéticos para auxiliar a prevenção de doenças e contribuir para o bem-estar. Com a análise do DNA/RNA, é possível traçar um relatório individualizado e exclusivo, baseado nas características genéticas de cada um.

Os laudos obtidos a partir dessa análise são uma importante ferramenta para profissionais da saúde no delineamento de condutas para seus pacientes. É caso do You FIT, lançado pelo laboratório Biogenetika, no qual é mostrado quais alimentos são bem aceitos no corpo, mutações nos genes responsáveis pelo apetite, energia e absorção de nutrientes.

Com a análise do código genético também pode-se descobrir, por exemplo, se uma pessoa tem metabolismo lento, tendência a acumular gorduras e até os exercícios mais indicados, se de força ou aeróbico. “Com o laudo, o profissional poderá desenvolver um programa eficiente de alimentação e exercícios e assim conseguir uma resposta efetiva no tratamento, otimizando a performance e resultado”, esclarece Lia Kubelka, geneticista e diretora clínica do Biogenetika.

Exame também permite indicar qual tipo de exercício é mais indicado para sua constituição corporal

Ainda é possível saber como o corpo de cada pessoa processa açúcares, gorduras, nutrientes e vitaminas, além da resposta aos exercícios físicos. “É uma mudança benéfica através da adoção de hábitos de vida mais adequados”, complementa a cientista, que explica que o exame é realizado a partir da coleta de saliva ou mucosa bucal, dentro do consultório do próprio médico do paciente. O material é enviado para análise em laboratório.

O que o laudo pode apontar:

*A dieta mais adequada ao seu perfil: indicação de dietas específicas como: Baixa Gordura, Mediterrânea, Balanceada, Baixo Teor de Carboidratos.

*As necessidades nutricionais: indicação de deficiências e necessidades de suplementação nutricional como vitamina B6, vitamina B12, Folato, Vitamina A, Vitamina D, Vitamina E.

*Os traços de comportamento alimentar: avaliação de determinados comportamentos alimentares como fome, saciedade, desinibição alimentar e desejos por alimentos.

*As reações a alimentos: indicação de propensão a reações ligadas à alimentação como o metabolismo da cafeína, gosto amargo, intolerância à lactose e rubor facial induzido por álcool.

*Os padrões de exercício físico: estabelecer padrões de exercício como treinos de resistência, treinos de força, além de poder avaliar índices de resposta ao exercício como sensibilidade à insulina, emagrecimento, pressão sanguínea, HDL colesterol bom e perda de gordura corporal.

*A relação entre seu corpo e seu peso: predisposição a variáveis que possam afetar o peso como obesidade, metabolismo e efeito sanfona (reganho de peso).

Mais informações aqui.

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Divulgado no TrendNotes por: Carolina Landi

Jornalista carioca com alma de artista e bailarina nas (poucas) horas vagas. Gosta do pop ao erudito, em todos os sentidos e artes. Acredita em empatia e sincronicidade. Curiosa, quer viver várias vidas nessa existência.

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